sábado, 11 de novembro de 2017

sou das ovelhas negras, a mais colorida que o rebanho tem.  
Da espécie, deixem-me em paz. Casa arrumada, mente desorganizada, independente, mãos livres, pés no chão e cabeça na lua, cabelos ao vento, cara lavada, palavra afiada, rebelde de vão de escada, varanda florida de janela grande.

Criativa_mente, fazedora de sonhos e pontes, partitura de ideias obstinadas, amante das arvores, das serras, dos rios, das montanhas e de todas as florestas encantadas, histórias mágicas, noites de cantigas com fogueiras ao relento.

Pensa_dona, doidona, qualquer coisa entre o humano e o alien, de arrepio fácil, dada a saltos em altura e avessa a saltos altos, de gargalhadas tolas, pessoa criança, adora gente de luz e de olhos brilhantes.

Preocupada, desencontrada, feliz e triste, ás vezes atormentada, seguidora da mãe terra, apaixonada pela vida, por tudo o que é bonito, boa musica, comida e gente.

E também mudo de opinião, viro a página, mudo de pele, de graduação, de sistema operativo, de connexão, de padrão, conjugação, mudo de continente, de cor preferida, de prato do dia.

Ou não, mantenho-me simplesmente fiel a quem sou, sendo que o que sou, muda todos os dias,
ou não.





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