segunda-feira, 30 de outubro de 2017

De manhã preciso de café como quem precisa de, sei lá, preciso mesmo de um café, longo, quente, numa caneca grande, com uma colher de açucar. É um ritual, depois da fruta com yogurt e muesli, os suiços lá sabiam, e mel, um fio de mel para me lembrar que a vida tem um lado doce. Há sempre um fio que seja de doçura, uma brisa numa tarde quente, o passar suave do sol entre as cortinas, um jazz, o abraço da copa das arvores, lindas, encantadas flores, preciosas.

Sim, a vida traz fios doces agarrados a ela, nem sempre os vemos,
mas eles lá estão, soltos ou enroladinhos á nossa espera.

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